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Archive for Fevereiro, 2012

Futebol e Escola são indissociáveis

Gonçalinhos e Benjamins premiados por Excelência Escolar

As Escolas de Formação do Amarante Futebol Clube, nomeadamente, o escalão pré-competitivo “Os Gonçalinhos” continuam a enriquecer a actual época desportiva com uma série de iniciativas que merecem destaque.

Após 2 fins-de-semana consecutivos com torneios, onde se deslocaram a Fafe para defrontar a congénere do Benfica e receberem os Castorzinhos do Paços de Ferreira; Sábado passado realizou-se o I Torneio de Habilidades Técnicas e no Domingo, foram premiados atletas no âmbito da iniciativa de Excelência Escolar, em conjunto com os Benjamins, as primeiras escolinhas competitivas do clube.

Esta última iniciativa surge como um meio de distinguir e potenciar o sucesso escolar, assumindo-se deste modo o futebol, como um importante aliado na educação e formação integral dos alunos. Entende o Amarante Futebol Clube que, para além da formação futebolística, as suas escolas de futebol, neste caso particular os Gonçalinhos e os Benjamins, devem constituir como um local de cultura de valores humanos e sociais, educativa e pedagogicamente relevantes.

Assim, no intervalo do encontro AFC x Gondomar no Estádio Municipal de Amarante, foi entregue um diploma e uma T-Shirt desta iniciativa aos vencedores do 1º período lectivo. Pelos Gonçalinhos, foram distinguidos Simão Sousa Silveira (1º Ciclo) e Tiago da Costa Lopes (2º Ciclo); pelos Benjamins, João Pedro Pereira (A), Rúben José Cunha (B) e Bruno Manuel Teixeira Carvalho (C).


Reboques de Amarante paralisaram

Greve Nacional teve 99,9% de adesão

 Na passada quinta-feira, as empresas de reboque locais juntaram-se à greve promovida pela recém-criada Comissão Portuguesa de Rebocadores. A paralisação de 24 horas que decorreu a nível nacional visou protestar contra a “interpretação deturpada” que as autoridades portuguesas estão a fazer da legislação que regula este sector. Na cidade de Amarante, a adesão foi total.

Em causa está um regulamento de 2006 que estabelece que aqueles profissionais ficam isentos de tacógrafo num raio de 100 quilómetros, mas que, segundo os empresários, não está a ser respeitado, sendo mesmo autuados. As empresas de reboque exigem que as multas que ainda não tenham sido pagas sejam “arquivadas” porque foram “passadas indevidamente”.

Os profissionais dos reboques consideram ainda que não podem ser equiparados aos motoristas de pesados, por exemplo, porque podem estar as oito horas de trabalho sem ocorrências e serem chamados para um serviço à noite, sujeitando-se a ser multados por estarem a circular além das horas de serviço.