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Reboques de Amarante paralisaram

Greve Nacional teve 99,9% de adesão

 Na passada quinta-feira, as empresas de reboque locais juntaram-se à greve promovida pela recém-criada Comissão Portuguesa de Rebocadores. A paralisação de 24 horas que decorreu a nível nacional visou protestar contra a “interpretação deturpada” que as autoridades portuguesas estão a fazer da legislação que regula este sector. Na cidade de Amarante, a adesão foi total.

Em causa está um regulamento de 2006 que estabelece que aqueles profissionais ficam isentos de tacógrafo num raio de 100 quilómetros, mas que, segundo os empresários, não está a ser respeitado, sendo mesmo autuados. As empresas de reboque exigem que as multas que ainda não tenham sido pagas sejam “arquivadas” porque foram “passadas indevidamente”.

Os profissionais dos reboques consideram ainda que não podem ser equiparados aos motoristas de pesados, por exemplo, porque podem estar as oito horas de trabalho sem ocorrências e serem chamados para um serviço à noite, sujeitando-se a ser multados por estarem a circular além das horas de serviço.

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